sexta-feira, 22 de agosto de 2014










Aluna Viviane Arcanjo Silva
Turma 2
2° Período



                                                      ROTINA DA EDUCAÇÃO INFANTIL 

Instituto Pedagógico e Cultural Ana Patrícia

Professora: Milena Moreira
Turma Maternal II

  CONHECENDO A VOGAL O



A hora do Conto: A História da Ovelhinha Lili


A hora do Conto: A História da Ovelhinha Lili

A hora do Conto: A História da Ovelhinha Lili




TREINANDO A VOGAL O
Treinando a vogal O
Treinando a vogal O
Treinando a vogal O



HORA DE BRINCAR
Hora de brincar


Hora de brincar

Universidade do Estado de Minas Gerais
                       Curso de Pedagogia – EAD

Disciplina Sociologia – Sociedade e Educação

Guia de Entrevista com o coordenador (a) pedagógico (a)

Prof.ª Aline Choucair Vaz
Aluno (a). Viviane Arcanjo Silva                   Turma: 2                     Período: 2º

Cargo: Coordenadora Pedagógica                           Idade: 33 anos
Formação: Pedagogo                                                           Instituição de formação: UNI-BH

1- Como você caracteriza a clientela da escola?
Os pais que procuram o Instituto Pedagógico e Cultural Ana Patrícia, pertencem a classe média e possuem algo em comum: em geral, são pessoas críticas que querem uma alternativa à educação de massa essencialmente comercial. São pessoas que dão valor a outras habilidades além das cognitivas e buscam uma educação humanista, crítica e significativa voltada para a formação de seres humanos com opinião própria, autônomos, que cultivem valores baseados na solidariedade e no bem coletivo, como por exemplo, a sustentabilidade de toda ação. Desejam que seus filhos possam vivenciar um aprendizado sem sofrimento e sem imposição ideológica, que propicie a cada aluno a descoberta de seus potenciais. Muitos são profissionais autônomos, liberais, funcionários públicos, comerciantes e pequenos empresários.
2- Quais os movimentos sociais que existem no entorno da escola?
Existe um movimento social entorno da escola, a citar o Centro de Convivência da Melhor Idade, onde se trabalha com a 3ª idade, ampliando a cultura e desenvolvendo oficinas artesanais.
3- De que maneira a comunidade escolar participa do cotidiano da escola?
Através das festividades escolares, acesso ao ambiente escolar e até mesmo à direção, podendo opinar, ser ouvido e reclamar. Uma ferramenta extremamente necessária no dia a dia de hoje que é a tecnologia, usada através do faceboock onde as famílias e sociedade tem acesso aos registros de nossas atividades e projetos pedagógicos.
4- Quais os elementos das culturas da comunidade penetram no interior da escola?
Penso que a própria individualidade das famílias caracterizam elementos culturais significativos, por exemplo: religião, classe social pertencente e o ponto de vista próprio de pensar em Educação.
5- Como a escola lida com as diversas crenças religiosas?
Nossa escola é construída a partir do respeito a singularidades de cada ser, por tanto, todo o nosso fazer pedagógico tem como finalidade criar possibilidades onde todos sejam incluídos independentes de sua forma apresentada.
6- Quais as práticas da escola que demonstram seu caráter democrático?
Ouvir os pais, alunos, professores e demais pertencentes a nossa comunidade escolar.
7- Quais as práticas escolares que demonstram o compromisso da escola com a inclusão social (etnia, PNE, dentre outras)?
Todas as nossas práticas escolares são pensadas na inclusão social, pois dentre os nossos traços pessoais se encontra o respeito e a responsabilidade como compromisso de nosso trabalho.
8- Quais os critérios que a escola utiliza para a enturmação dos alunos do 1° ano?

Para se forma uma turma do 1° ano observamos a legalidade da situação especifica de cada aluno, mas outros fatores também nos importa, por exemplo a maturidade,  acompanhamento de casa e o desenvolvimento da criança.

domingo, 17 de agosto de 2014








Aluna: Viviane Arcanjo Silva
Turna 2
2º Período de Pedagogia
EAD/UEMG



Percebemos ao longo dos anos que as escolas passaram por diversas transformações sejam elas físicas quanto didáticas. Os métodos não são como os dos tempos de outrora, lembro-me que quando estudava as professoras nos ensinava a fixar a matéria tínhamos que aprender de qualquer forma algo decorado, programado. Hoje as professoras ensinam que apreender vai além da fixação do conteúdo, os alunos têm que saber, entender, questionar, dialogar e vivenciar cada etapa do aprendizado.

Os pais também mudaram acho que não foi para o melhor, os pais eram mais questionadores, participavam da vida dos seus filhos, estavam atentos a tudo e a todos. Eles tinham como por obrigação de manter seus filhos nas escolas e os filhos tinham que ter no pensamento em 1° lugar estudar, para que no futuro possam ter mais dignidade e ultrapassar as barreiras que até então seus pais não ultrapassaram.
Os pais hoje não estão interessados no que diz respeito à escola de seu filho, se a escola convida os pais para uma simples reunião de interesses mútuos os pais não comparecem, se os convidam para tratar de assuntos do seu interesse sobre o comportamento do seu filho, eles também não comparecem. Para muitos pais a escola tem obrigação de ensinar e educar, sendo que a última tem que vim de casa. Os pais não são participativos e os filhos tornam-se cada vez mais revoltados.

De quem será a culpa? Poderíamos culpar os governantes, eles não dão o assistencialismo que merecemos saúde, educação, assistência social e cultural. Podemos culpar a escola, por que não? A escola não ta cumprido com sua parte de educar, ensinar e de valorizar o individuo.  Podemos culpar a sociedade, ela não esta garantindo um futuro melhor para que os indivíduos tenham mais dignidade.


Pois bem acho que os verdadeiros culpados somos nós, muitas vezes procuramos culpar alguém para disfarçar que não conseguimos acompanhar as mudanças que nos rodeiam, devemos ser pais participativos, incentivar nossos filhos como nossos avós faziam quando nossos pais não queriam ir para escola, devemos mobilizar a sociedade e os governantes de que a nossa escola tem que ser o ponto central para garantir o futuro melhor, que sem a escola não conseguimos a educação almejada por muitos. O nosso futuro só será garantido com uma educação de qualidade, uma educação ativa e envolvendo todos sem ser centralista. As famílias têm que ser envolver com a escola e a escola tem que abrir as portas para as famílias e a sociedade para que em conjunto possam sanar todas as divergências e buscar melhorias para o aluno e a escola.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Vamos começar a semana com essa reflexão...
https://issuu.com/vivianearcanjo/docs/o_palha__o_picol__/1?e=0

MEU LIVRO: O PALHAÇO PICOLÉ
EAD/UEMG - 2014
ALUNA: VIVIANE ARCANJO SILVA
TURMA: 02

sexta-feira, 16 de maio de 2014

FESTA DA LANTERNA

No final do outono, quando as noites vão ficando mais longas, a natureza e o próprio homem dão início a um impulso de contração e interiorização. O friozinho convida à introspecção e à busca da nossa luz interior.
Na Educação Infantil essa época é vivenciada lindamente durante a Festa da Lanterna, quando os pequenos percorrem a escola depois do pôr do sol carregando lanternas que ajudaram a confeccionar. O pequeno facho que levam com tanto zêlo simboliza a luz de cada um, que precisa ser cuidada, mas que também pode ajudar a iluminar o caminho do outro.
Nas semanas anteriores à festa, as crianças vivenciam intensamente os preparativos para o momento da procissão, cantando canções e ouvindo a história da Menina da Lanterna, que no grande dia é encenada pelos pais dos alunos que irão para o Ensino Fundamental no ano seguinte.
"Minha luz vou levando, sempre dela cuidando. Se alguém precisar, dela posso lhe dar"


Rubem Alves

domingo, 4 de maio de 2014





EAD.UEMG/MG
Curso de Pedagogia
1° Período


Livro de Paulo Freire “Educação e Mudança” 


Nanuque, 02 de Maio de 2014.

O livro “Educação e Mudança”, escrito originalmente em espanhol e publicado no Brasil em 1979, tem como autor Paulo Reglus Neves Freire, um grande educador e filósofo brasileiro. Nascido em Recife, em 19 de setembro de 1921, e falecido aos 75 anos, em São Paulo, no dia 2 de maio de 1997. Paulo Freire destacou-se na área da educação popular, sendo considerado um dos maiores intelectuais do século XX.
Esse livro enfoca a análise que Paulo Freire faz do sistema educacional no processo de mudança, consciência, compromisso e sociedade. 
Sociedade, que desenvolve suas atividades e compromissos em colaborar com um processo de transformação. Assiná-la também que a educação tem como elemento fundamental, como seu sujeito, o homem que busca, por meio dela, a superação de suas imperfeições, de seu saber relativo. Quando uma sociedade está em constante mudança de seus valores, podemos afirmar que estamos em transição, ou seja, temos de saber o que fomos o que somos para saber o que seremos. A sociedade fechada é aquela em que o ponto de decisão econômico de uma sociedade está fora dela e dentro de uma outra sociedade matriz que é a que tem opções, em troca, as demais sociedades só recebem ordens . É uma sociedade servil onde há alto índice de analfabetismo e desinteresse total pela educação básica dos adultos. Essa sociedade é muito prejudicial para quem quer ter uma oportunidade na vida. Uma sociedade é alienada quando não tem consciência de seu próprio existir, ou seja, quando pretende imitar a outrem, já não é ele mesmo. Um profissional alienado é um ser inautêntico, não olha pra a realidade com critério pessoal, mas com olhos alheios. Por isso vive uma realidade imaginária e não a sua própria realidade objetiva. 
Compromisso  Define compromisso verdadeiro, como aquele ligado à solidariedade, no entanto, não significa compromisso em dar bens materiais, mas em estar companheiro de pessoas, determinadas pela sociedade como objetos de manobras (coisas).
Compromisso social que o profissional deve assumir, para isso, são necessário, primeiramente, que o protagonista da educação esteja consciente de sua realidade, isto é, que seja capaz de “agir e refletir”. Isso exige um exercício de “distanciamento” e concomitante “reflexão sobre” o contexto que o cerca para poder objetivá-lo e transformá-lo.  Além disso, esse compromisso deve ser realizado por um ser concreto, com existência concreta em uma situação concreta no mundo físico. Em outras palavras, utilizando a metáfora das “águas”, Freire afirma que não há como comprometer-se verdadeiramente, sem mergulhar-se, sem ficar “molhado”, “ensopado”. Para Freire, até mesmo aquele que se diz “neutro”, “sem compromisso”, está, na realidade, com medo de se posicionar. Assim, oculta a verdade, ou seja, o comprometimento consigo próprio. E os demais, compromisso não é um ato passivo, inapto, mas é práxis (ação e reflexão sobre a realidade), é, também, sinônimo de solidariedade, nunca unilateral ou reduzida à “falsa generosidade”. Aquele que se compromete não pode ter uma visão ingênua da realidade, mas precisa buscar conhecê-la, compreendê-la em sua totalidade. Por fim, Freire evidencia que além do comprometimento genérico, deve existir também o comprometimento profissional, como uma dívida que o profissional assume em sua prática.

A Consciência é tratada da relação homem-educação-mundo. O homem é sujeito da educação e não objeto da mesma. Assim, ele deve agir criticamente em seu espaço social e histórico-temporal. É a partir do conhecimento de suas condições, que esse sujeito poderá se “distanciar”, analisar sua realidade e intervir sobre ela. O homem descobre-se nessa realidade, realidade essa que guarda em si uma pluralidade, criticidade, conseqüência e temporalidade. Essas características fazem parte das complexas relações humanas e “é porque se integra na medida em que se relaciona, e não somente se julga e se acomoda, que o homem cria, recria e decide”. Freire faz uma discussão filosófica sobre o “agir” humano sobre sua realidade e como esse processo de “mudança” da realidade, implica, concomitantemente, mudanças no ser, nas épocas históricas. Para ele, as transições, ou avanços fazem parte da democratização do país. Para tal, é necessário o conhecimento e a organização do pensamento. Assim, pensar é um ato fundamental. Como fazê-lo? - indaga Freire. Por meio do diálogo, da pedagogia da comunicação. É por meio da comunicação que o analfabeto é alfabetizado, que aprende a gramática, o vocabulário, etc. Como a educação, para Freire, é um ato de conscientização, tal ação torna-se (ou pode-se tornar) libertadora e transformadora. 
Aborda Mudança como resultante da ação, ou seja, do trabalho que o homem exerce sobre o mundo, e insere o trabalhador social neste contexto como sujeito de transformações, onde tem que optar por aderir à mudança que ocorre no sentido da verdadeira humanização do homem ou ficar a favor da permanência. Sua opção determinará seu papel, assim como seus métodos e técnicas de ação. O trabalhador que opta pela mudança tem o papel de atuar e refletir com os indivíduos com que trabalha sobre as reais dificuldades da sua sociedade, não teme a realidade, não manipula, não foge da comunicação e não vê na mudança uma ameaça. Já aqueles que optam pela antimudança, negam as transformações sociais e não se interessam pelo desenvolvimento de uma concepção crítica da realidade por parte dos indivíduos




Viviane Arcanjo Silva

Turma/02

sábado, 26 de abril de 2014



1° PERÍODO DE PEDAGOGIA
EAD/UEMG


Capítulo 6 (“A Liberdade”) da Unidade 8 do livro “Convite à Filosofia”. O capítulo está na página 459.

Pichação:




A sociedade vai sempre impor o que a eles querem, enquanto nós vamos sonhando e buscando o que realmente nos agrada e que é essencial para nós. Achei essa imagem de grande valia para o meu texto.

domingo, 20 de abril de 2014


Filosofia

Zeca Baleiro
Composição: Noel Rosa

O mundo me condena
E ninguém tem pena
Falando sempre mal do meu nome
Deixando de saber
Se eu vou morrer de sede
Ou se vou morrer de fome.

Mas a filosofia
Hoje me auxilia
A viver indiferente assim.
Nesta prontidão sem fim
Vou fingindo que sou rico
Para ninguém zombar de mim.

Não me interessa
Que você me diga
Que a sociedade
É minha inimiga.
Pois cantando neste mundo
Vivo escravo do meu samba
Muito embora vagabundo.

Quanto a você
Da aristocracia
Que tem dinheiro
Mas não compra alegria
Há de viver eternamente
Sendo escrava desta gente
Que cultiva hipocrisia.


1° PERÍODO DE PEDAGOGIA. www.ead.uemg.br
TURMA 2.
ALUNA: VIVIANE ARCANJO

CONCLUSÃO:

Todos falam de mal da gente, nos criticam, nos julgam, mas para seguirmos em frente temos que ter uma filosofia de vida para vivermos neste mundo cheio de julgamentos e falsidades. O dinheiro pode comprar tudo menos a dignidade e a felicidade. 

quarta-feira, 2 de abril de 2014

ATIVIDADES E ARTES PARA TRABALHARMOS A PÁSCOA


ATIVIDADE: PÁSCOA SEUS SÍMBOLOS E SIGNIFICADOS.





ARTE: QUEBRA-CABEÇA 




COLORIR, MONTAR UM PAINEL OU UM CARTAZ.



DOBRADURA DO COELHO



COELHINHO SURPRESA!


A PRIMEIRA PÁSCOA. SEUS SÍMBOLOS E SIGNIFICADOS.


Queridas Amigas Professoras e Educadoras...

Para não ficarmos só nas atividades de coelhinho e ovo... que tal estudarmos o verdadeiro sentido de cada símbolo da páscoa? e Conversarmos com as crianças?

Sugiro o Filme ( Desenho), chamado " Moisés" para mostrar para as crianças quando foi a primeira páscoa...
Você não sabe... Continue lendo...
Beijinhos e Sucesso Sempre!




A PÁSCOA E SEUS SÍMBOLOS

O nome páscoa surgiu a partir da palavra hebraica "pessach" ("passagem"), que para os hebreus significava o fim da escravidão e o início da libertação do povo judeu (marcado pela travessia do Mar Vermelho, que se tinha aberto para "abrir passagem" aos filhos de Israel que Moisés ia conduzir para a Terra Prometida).
Ainda hoje a família judaica se reúne para o "Seder", um jantar especial que é feito em família e dura oito dias. Além do jantar há leituras nas sinagogas.
Para os cristãos, a Páscoa é a passagem de Jesus Cristo da morte para a vida: a Ressurreição. A passagem de Deus entre nós e a nossa passagem para Deus. É considerada a festa das festas, a solenidade das solenidades, e não se celebra dignamente senão na alegria [2] .
Em tempos antigos, no hemisfério norte, a celebração da páscoa era marcada com o fim do inverno e o início da primavera. Tempo em que animais e plantas aparecem novamente. Os pastores e camponeses presenteavam-se uns aos outros com ovos.

OVOS DE PÁSCOA

De todos os símbolos, o ovo de páscoa é o mais esperado pelas crianças.

Nas culturas pagãs, o ovo trazia a idéia de começo de vida. Os povos costumavam presentear os amigos com ovos, desejando-lhes boa sorte. Os chineses já costumavam distribuir ovos coloridos entre amigos, na primavera, como referência à renovação da vida.

Existem muitas lendas sobre os ovos. A mais conhecida é a dos persas: eles acreditavam que a terra havia caído de um ovo gigante e, por este motivo, os ovos tornaram-se sagrados.
Os cristãos primitivos do oriente foram os primeiros a dar ovos coloridos na Páscoa simbolizando a ressurreição, o nascimento para uma nova vida. Nos países da Europa costumava-se escrever mensagens e datas nos ovos e doá-los aos amigos. Em outros, como na Alemanha, o costume era presentear as crianças. Na Armênia decoravam ovos ocos com figuras de Jesus, Nossa Senhora e outras figuras religiosas.
Pintar ovos com cores da primavera, para celebrar a páscoa, foi adotado pelos cristãos, nos século XVIII. A igreja doava aos fiéis os ovos bentos.

A substituição dos ovos cozidos e pintados por ovos de chocolate, pode ser justificada pela proibição do consumo de carne animal, por alguns cristãos, no período da quaresma.

A versão mais aceita é a de que o surgimento da indústria do chocolate, em 1830, na Inglaterra, fez o consumo de ovos de chocolate aumentar.

COELHO


O coelho é um mamífero roedor que passa boa parte do tempo comendo. Ele tem pêlo bem fofinho e se alimenta de cenouras e vegetais. O coelho precisa mastigar bem os alimentos, para evitar que seus dentes cresçam sem parar.

Por sua grande fecundidade, o coelho tornou-se o símbolo mais popular da Páscoa. É que ele simboliza a Igreja que, pelo poder de cristo, é fecunda em sua missão de propagar a palavra de Deus a todos os povos.

CORDEIRO


O cordeiro é o símbolo mais antigo da Páscoa, é o símbolo da aliança feita entre deus e o povo judeu na páscoa da antiga lei. No Antigo Testamento, a Páscoa era celebrada com os pães ázimos (sem fermento) e com o sacrifício de um cordeiro como recordação do grande feito de Deus em prol de seu povo: a libertação da escravidão do Egito. Assim o povo de Israel celebrava a libertação e a aliança de Deus com seu povo.

Moisés, escolhido por Deus para libertar o povo judeu da escravidão dos faraós, comemorou a passagem para a liberdade, imolando um cordeiro.

Para os cristãos, o cordeiro é o próprio Jesus, Cordeiro de Deus, que foi sacrificado na cruz pelos nossos pecados, e cujo sangue nos redimiu: "morrendo, destruiu nossa morte, e ressuscitando, restituiu-nos a vida". É a nova Aliança de Deus realizada por Seu Filho, agora não só com um povo, mas com todos os povos.


CÍRIO PASCAL


É uma grande vela que se acende na igreja, no sábado de aleluia. Significa que "Cristo é a luz dos povos".

Nesta vela, estão gravadas as letras do alfabeto grego"alfa" e "ômega", que quer dizer: Deus é princípio e fim. Os algarismos do ano também são gravados no Círio Pascal.

O Círio Pascal simboliza o Cristo que ressurgiu das trevas para iluminar o nosso caminho.

GIRASSOL


O girassol é uma flor de cor amarela, formada por muitas pétalas, de tamanho geralmente grande. Tem esse nome porque está sempre voltado para o sol.

O girassol, como símbolo da páscoa, representa a busca da luz que é Cristo Jesus e, assim como ele segue o astrorei, os cristãos buscam em Cristo o caminho, a verdade e a vida.

PÃO E VINHO

O pão e o vinho, sobretudo na antiguidade, foram a comida e bebida mais comum para muitos povos. Cristo ao instituir a Eucaristia se serviu dos alimentos mais comuns para simbolizar sua presença constante entre e nas pessoas de boa vontade. Assim, o pão e o vinho simbolizam essa aliança eterna do Criador com a sua criatura e sua presença no meio de nós.
Jesus já sabia que seria perseguido, preso e pregado numa cruz. Então, combinou com dois de seus amigos (discípulos), para prepararem a festa da páscoa num lugar seguro.

Quando tudo estava pronto, Jesus e os outros discípulos chegaram para juntos celebrarem a ceia da páscoa. Esta foi a Última Ceia de Jesus.
A instituição da Eucaristia foi feita por Jesus na Última Ceia, quando ofereceu o pão e o vinho aos seus discípulos dizendo: "Tomai e comei, este é o meu corpo... Este é o meu sangue...". O Senhor "instituiu o sacrifício eucarístico do seu Corpo e do seu Sangue para perpetuar assim o Sacrifício da Cruz ao longo dos séculos, até que volte, confiando deste modo à sua amada Esposa, a Igreja, o memorial da sua morte e ressurreição: sacramento de piedade, sinal de unidade, vínculo de caridade, banquete pascal, em que se come Cristo, em que a alma se cumula de graça e nos é dado um penhor da glória futura" [3].
A páscoa judaica lembra a passagem dos judeus pelo mar vermelho, em busca da liberdade.

Hoje, comemoramos a páscoa lembrando a jornada de Jesus: vida, morte e ressurreição.

Colomba Pascal


O bolo em forma de "pomba da paz" significa a vinda do Espírito Santo. Diz a lenda que a tradição surgiu na vila de Pavia (norte da Itália), onde um confeiteiro teria presenteado o rei lombardo Albuíno com a guloseima. O soberano, por sua vez, teria poupado a cidade de uma cruel invasão graças ao agrado.

SINO


Muitas igrejas possuem sinos que ficam suspensos em torres e tocam para anunciar as celebrações.

O sino é um símbolo da páscoa. No domingo de páscoa, tocando festivo,  os sinos anunciam com alegria a celebração da ressurreição de cristo.

SEQUÊNCIA DIDÁTICA - POEMA "A CASA-VINÍCIUS DE MORAES"

                         
               
                          A Casa          
                     Vinicius de Moraes

Era uma casa muito engraçada
Não tinha teto, não tinha nada
Ninguém podia entrar nela, não
Porque na casa não tinha chão
Ninguém podia dormir na rede
Porque na casa não tinha parede
Ninguém podia fazer pipi
Porque penico não tinha ali
Mas era feita com muito esmero
Na rua dos bobos, número zero

1º Dia – SENSIBILIZAÇÃO E INTRODUÇÃO
1º momento:
·         Exibir o vídeo do poema cantando com as crianças;
·         Conversa na rodinha – Perguntar às crianças se eles já ouviram o poema antes? se gostaram? Se sabem quem o escreveu? Se já ouviram falar de Vinícius de Moraes? Conversar com elas sobre que foi Vinícius de Moraes (Bibliografia), apresentar uma fotografia do escritor; e dizer a elas que por um período estaremos trabalhando com alguns poemas escritos por ele e que muitas coisas irão aprender ao estudar estes poemas.
·         Escrever o poema com letras garrafais (na classe, junto com as crianças) A casa - em papel metro com o formato de casa;
·         Pedir para que as crianças ilustrem o cartaz pintando com: tinta guache, ou giz de cera – afixá-lo na classe;
·         Exibir o vídeo ou música do poema novamente, cantando com as crianças – apontando as palavras no cartaz (fazer isso algumas vezes);
2º Dia: CÃNTICO, INTERPRETAÇÃO E CRIAÇÃO
·         De posse do cartaz; colocar a música para as crianças ouvirem, primeiro ler, depois cantar com elas várias vezes – apontando as palavras no cartaz;
·         Interpretando oralmente o poema: Questionar às crianças quanto:
- Qual é o título do poema?
- Quem é o seu autor?
- Sobre o que fala o mesmo?
- A casa da qual o poema fala é igual ou diferente da que a gente mora? Por quê?
- Por que a casa do poema pode ser considerada engraçada?
·         Fazendo arte: dar às crianças uma folha de papel com apenas dois riscos e pedir para que elas, usando tinta guache e o dedo, completem o desenho da casa colocando as partes que faltam nela de acordo com o poema: teto, chão, paredes, o pinico, o número da casa e o nome da rua;
- Escreva na lousa o numero: 0 e o nome da rua: RUA DOS BOBOS para as crianças se apoiarem;
- Questionar o que é o número ZERO = 0? Representa alguma coisa?
- Por que Rua do BOBOS?

3º Dia – Natureza e sociedade:
1º momento:
·         Contação de história – os três porquinhos (com exibição de vídeo);
·         Ao assistirem ao vídeo – em relação às casas dos Três Porquinhos, os que puderam perceber? São iguais? São feitas dos mesmos materiais?
·         Na rodinha – conversar com as crianças sobre que materiais são necessários para a construção de uma casa onde se compra esses
·         Construindo coletivamente uma lista de materiais que usamos para construir uma casa;“Para construir uma casa eu necessito de alguns materiais”:
Na medida em que as crianças forem falando os materiais a professora deverá listá-los na lousa, lê-los com as crianças e depois escrever no papel metro para afixá-lo na classe;

2º momento: Passeio pela comunidade para que as crianças observem os diferentes tipos de casa ali existentes – se possível fotografá-las;
4º Dia: Retomando e relembrando o passeio pela comunidade:
Conversar na rodinha:
· Ao observar as casas durante o passeio o que elas puderam perceber?
· As casas são todas iguais? Por quê?
· Todas são feitas com os mesmos materiais?
· Será que todas as pessoas vivem em casas? Ou existem outros tipos de moradias?
· Trabalhar com as crianças sobre os diferentes tipos de moradias: casas, apartamentos, barracos, palafitas, ocas indígenas, casas de pau a pique, e outras.
Para casa: Com a ajuda do pessoal de casa pesquise em livros e revistas diferentes tipos de moradias e cole nesta folha.
5º Dia:
1º momento: Reflexão sobre a escrita das palavras do poema: CASA
Colocar novamente a música e cantar com as crianças apontando as palavras com o dedo no cartaz;
·         Escrever a palavra CASA – em tiras de papel usando diferentes tipos de letras: cursiva e de imprensa e apresentá-lo para as crianças e pedir para que elas observem;
·         Entregar a letra do poema impressa para as crianças e pedir para que elas localizem no poema a palavra casa, circulem e pintem;
·         Escrever a palavra CASA na lousa e pedir para que as crianças leiam primeiro rapidamente, depois pausadamente: CA – SA batendo palmas;
- QUESTIONAR:
· Quantas letras? Quantas sílabas?
· Qual a primeira letra? Qual a última letra? Quais as letras intermediárias?
2º momento: escrita espontânea de palavras e letras
·         Pedir para que as crianças escrevam a palavra CASA na mesa usando o dedo;
·         Escrever a palavra casa no papel usando o dedo e tinta;
·         Pedir para que tentem escrevê-la na lousa da forma que souberem;
·         Traçar a 1ª letra da palavra CASA na caixa de areia; sobre a mesa; na folha de papel usando tinta guache;
·         Colar barbante sobre a letra: C
·         Modelar a letras da palavra CASA (com massinha);
·         Montar a palavra CASA usando letras móveis
·         Fazer bolinhas de papel crepom e ilustrar a letra: C;
Para casa: Entregar uma folha impressa para as crianças pedindo que elas procurem em livros ou revistas palavras e figuras que comecem com a mesma letra inicial da palavra CASA.
·         Na classe – retomar a atividade que passou para casa e contextualizando - escrita das letras da palavra casa: C; A; S; A. (de vez e uma de cada vez;