sexta-feira, 22 de agosto de 2014










Aluna Viviane Arcanjo Silva
Turma 2
2° Período



                                                      ROTINA DA EDUCAÇÃO INFANTIL 

Instituto Pedagógico e Cultural Ana Patrícia

Professora: Milena Moreira
Turma Maternal II

  CONHECENDO A VOGAL O



A hora do Conto: A História da Ovelhinha Lili


A hora do Conto: A História da Ovelhinha Lili

A hora do Conto: A História da Ovelhinha Lili




TREINANDO A VOGAL O
Treinando a vogal O
Treinando a vogal O
Treinando a vogal O



HORA DE BRINCAR
Hora de brincar


Hora de brincar

Universidade do Estado de Minas Gerais
                       Curso de Pedagogia – EAD

Disciplina Sociologia – Sociedade e Educação

Guia de Entrevista com o coordenador (a) pedagógico (a)

Prof.ª Aline Choucair Vaz
Aluno (a). Viviane Arcanjo Silva                   Turma: 2                     Período: 2º

Cargo: Coordenadora Pedagógica                           Idade: 33 anos
Formação: Pedagogo                                                           Instituição de formação: UNI-BH

1- Como você caracteriza a clientela da escola?
Os pais que procuram o Instituto Pedagógico e Cultural Ana Patrícia, pertencem a classe média e possuem algo em comum: em geral, são pessoas críticas que querem uma alternativa à educação de massa essencialmente comercial. São pessoas que dão valor a outras habilidades além das cognitivas e buscam uma educação humanista, crítica e significativa voltada para a formação de seres humanos com opinião própria, autônomos, que cultivem valores baseados na solidariedade e no bem coletivo, como por exemplo, a sustentabilidade de toda ação. Desejam que seus filhos possam vivenciar um aprendizado sem sofrimento e sem imposição ideológica, que propicie a cada aluno a descoberta de seus potenciais. Muitos são profissionais autônomos, liberais, funcionários públicos, comerciantes e pequenos empresários.
2- Quais os movimentos sociais que existem no entorno da escola?
Existe um movimento social entorno da escola, a citar o Centro de Convivência da Melhor Idade, onde se trabalha com a 3ª idade, ampliando a cultura e desenvolvendo oficinas artesanais.
3- De que maneira a comunidade escolar participa do cotidiano da escola?
Através das festividades escolares, acesso ao ambiente escolar e até mesmo à direção, podendo opinar, ser ouvido e reclamar. Uma ferramenta extremamente necessária no dia a dia de hoje que é a tecnologia, usada através do faceboock onde as famílias e sociedade tem acesso aos registros de nossas atividades e projetos pedagógicos.
4- Quais os elementos das culturas da comunidade penetram no interior da escola?
Penso que a própria individualidade das famílias caracterizam elementos culturais significativos, por exemplo: religião, classe social pertencente e o ponto de vista próprio de pensar em Educação.
5- Como a escola lida com as diversas crenças religiosas?
Nossa escola é construída a partir do respeito a singularidades de cada ser, por tanto, todo o nosso fazer pedagógico tem como finalidade criar possibilidades onde todos sejam incluídos independentes de sua forma apresentada.
6- Quais as práticas da escola que demonstram seu caráter democrático?
Ouvir os pais, alunos, professores e demais pertencentes a nossa comunidade escolar.
7- Quais as práticas escolares que demonstram o compromisso da escola com a inclusão social (etnia, PNE, dentre outras)?
Todas as nossas práticas escolares são pensadas na inclusão social, pois dentre os nossos traços pessoais se encontra o respeito e a responsabilidade como compromisso de nosso trabalho.
8- Quais os critérios que a escola utiliza para a enturmação dos alunos do 1° ano?

Para se forma uma turma do 1° ano observamos a legalidade da situação especifica de cada aluno, mas outros fatores também nos importa, por exemplo a maturidade,  acompanhamento de casa e o desenvolvimento da criança.

domingo, 17 de agosto de 2014








Aluna: Viviane Arcanjo Silva
Turna 2
2º Período de Pedagogia
EAD/UEMG



Percebemos ao longo dos anos que as escolas passaram por diversas transformações sejam elas físicas quanto didáticas. Os métodos não são como os dos tempos de outrora, lembro-me que quando estudava as professoras nos ensinava a fixar a matéria tínhamos que aprender de qualquer forma algo decorado, programado. Hoje as professoras ensinam que apreender vai além da fixação do conteúdo, os alunos têm que saber, entender, questionar, dialogar e vivenciar cada etapa do aprendizado.

Os pais também mudaram acho que não foi para o melhor, os pais eram mais questionadores, participavam da vida dos seus filhos, estavam atentos a tudo e a todos. Eles tinham como por obrigação de manter seus filhos nas escolas e os filhos tinham que ter no pensamento em 1° lugar estudar, para que no futuro possam ter mais dignidade e ultrapassar as barreiras que até então seus pais não ultrapassaram.
Os pais hoje não estão interessados no que diz respeito à escola de seu filho, se a escola convida os pais para uma simples reunião de interesses mútuos os pais não comparecem, se os convidam para tratar de assuntos do seu interesse sobre o comportamento do seu filho, eles também não comparecem. Para muitos pais a escola tem obrigação de ensinar e educar, sendo que a última tem que vim de casa. Os pais não são participativos e os filhos tornam-se cada vez mais revoltados.

De quem será a culpa? Poderíamos culpar os governantes, eles não dão o assistencialismo que merecemos saúde, educação, assistência social e cultural. Podemos culpar a escola, por que não? A escola não ta cumprido com sua parte de educar, ensinar e de valorizar o individuo.  Podemos culpar a sociedade, ela não esta garantindo um futuro melhor para que os indivíduos tenham mais dignidade.


Pois bem acho que os verdadeiros culpados somos nós, muitas vezes procuramos culpar alguém para disfarçar que não conseguimos acompanhar as mudanças que nos rodeiam, devemos ser pais participativos, incentivar nossos filhos como nossos avós faziam quando nossos pais não queriam ir para escola, devemos mobilizar a sociedade e os governantes de que a nossa escola tem que ser o ponto central para garantir o futuro melhor, que sem a escola não conseguimos a educação almejada por muitos. O nosso futuro só será garantido com uma educação de qualidade, uma educação ativa e envolvendo todos sem ser centralista. As famílias têm que ser envolver com a escola e a escola tem que abrir as portas para as famílias e a sociedade para que em conjunto possam sanar todas as divergências e buscar melhorias para o aluno e a escola.